Assembleia Legislativa aprova aumento de 8%
Em junho de 2025, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou um reajuste de 8% no salário mínimo regional, impactando diretamente os trabalhadores com carteira assinada (CLT). Com a mudança, os pisos salariais passaram a variar entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,27, dependendo da categoria profissional.
O projeto de lei, proposto pelo governo de Eduardo Leite, foi aprovado com 46 votos a favor e quatro contra. A nova legislação entrou em vigor no mesmo mês e será aplicada durante todo o ano de 2026, abrangendo cinco faixas salariais distintas, cada uma com ajustes específicos.
Detalhes das Faixas Salariais
A Faixa 1, que inclui trabalhadores da agricultura, pecuária, pesca, indústria extrativa, empregados domésticos, turismo, construção civil e motoboys, foi reajustada de R$ 1.656,51 para R$ 1.789,04.
Profissionais da indústria têxtil, de calçados, fiação e tecelagem, além de trabalhadores de serviços de saúde, limpeza, hotelaria, bares e restaurantes, que compõem a Faixa 2, passaram a receber R$ 1.830,23, em vez dos anteriores R$ 1.694,66.
A Faixa 3, que contempla profissionais de indústrias de alimentos, móveis, química, farmacêutica, além de trabalhadores do comércio e armazéns, teve o salário ajustado de R$ 1.733,10 para R$ 1.871,75.
Empregados das indústrias metalúrgica, gráfica, de vidro e borracha, assim como vigilantes, porteiros e auxiliares administrativos escolares, integrantes da Faixa 4, agora recebem R$ 1.945,67, ante os R$ 1.801,55 anteriores.
Por fim, a Faixa 5, destinada a técnicos de nível médio, viu o piso salarial subir de R$ 2.099,27 para R$ 2.267,27.
Novos valores para cada faixa salarial
Recentemente, foi aprovado um reajuste de 8% no salário mínimo regional do Rio Grande do Sul, o que impactará diretamente a remuneração de diversos trabalhadores no estado. A partir de 2026, os valores dos pisos salariais passarão a variar entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,27, dependendo da categoria profissional.
O projeto de lei, proposto pelo governo de Eduardo Leite, foi aprovado pela Assembleia Legislativa com 46 votos a favor e quatro contrários, entrando em vigor em junho de 2025. A nova legislação define reajustes em cinco faixas salariais distintas, beneficiando trabalhadores de setores variados.
Detalhamento das Faixas Salariais
Na Faixa 1, o salário subiu de R$ 1.656,51 para R$ 1.789,04, abrangendo setores como agricultura, pecuária, pesca, indústria extrativa, empregados domésticos, turismo, construção civil e motoboys.
A Faixa 2 teve um aumento de R$ 1.694,66 para R$ 1.830,23, incluindo trabalhadores da indústria têxtil, calçados, fiação e tecelagem, além de serviços de saúde, limpeza, hotelaria, bares e restaurantes.
Para a Faixa 3, o valor passou de R$ 1.733,10 para R$ 1.871,75, contemplando profissionais das indústrias de alimentos, móveis, química, farmacêutica, além de trabalhadores do comércio e armazéns.
Na Faixa 4, o reajuste elevou o salário de R$ 1.801,55 para R$ 1.945,67, beneficiando empregados das indústrias metalúrgica, gráfica, de vidro e borracha, bem como vigilantes, porteiros e auxiliares administrativos escolares.
Por fim, a Faixa 5, destinada a técnicos de nível médio, teve um aumento de R$ 2.099,27 para R$ 2.267,27.
Entendendo o salário mínimo regional
O salário mínimo regional é uma política adotada por alguns estados brasileiros, que visa ajustar a remuneração dos trabalhadores de acordo com o custo de vida local. Esta medida garante um poder de compra mais adequado, especialmente para aqueles que não possuem um piso salarial estabelecido por convenções coletivas ou acordos trabalhistas.
A legislação que permite a implementação de salários mínimos regionais é a Lei Complementar nº 103/2000. Segundo essa norma, os estados têm a autorização para fixar valores próprios, contanto que sejam superiores ao salário mínimo nacional. Para o ano de 2026, o salário mínimo nacional está estabelecido em R$ 1.621.
No Brasil, cinco estados adotam atualmente o salário mínimo regional. No Rio Grande do Sul, os valores variam de R$ 1.789,04 a R$ 2.267,27, dependendo da categoria profissional. Outros estados que também possuem pisos regionais são São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina, com valores que se adaptam às suas respectivas realidades econômicas e sociais.
Salário Mínimo Regional: Estados e Valores
No Rio Grande do Sul, o piso regional foi reajustado em 2025, com um aumento de 8%, passando a vigorar em 2026. As faixas salariais variam de R$ 1.789,04 a R$ 2.267,27.
Em São Paulo, o salário mínimo regional está fixado em R$ 1.804. No Paraná, os valores oscilam entre R$ 1.984,16 e R$ 2.275,36. Já no Rio de Janeiro, os valores variam de R$ 1.621 a R$ 3.158,96. Santa Catarina possui pisos que vão de R$ 1.730,00 a R$ 1.978,00.
Comparativo com outros estados brasileiros
O reajuste de 8% no salário mínimo regional do Rio Grande do Sul para 2026 coloca o estado em uma posição de destaque em comparação a outros estados brasileiros que também adotam pisos salariais próprios. A medida, aprovada pela Assembleia Legislativa em junho de 2025, visa alinhar o poder de compra dos trabalhadores ao custo de vida local.
Atualmente, além do Rio Grande do Sul, outros quatro estados brasileiros possuem seus próprios salários mínimos regionais: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Cada um desses estados estabelece faixas salariais distintas, que variam de acordo com a categoria profissional dos trabalhadores, sempre superiores ao piso nacional, que em 2026 está fixado em R$ 1.621.
Comparativo dos Pisos Regionais
No Rio Grande do Sul, o salário mínimo regional varia de R$ 1.789,04 a R$ 2.267,27, conforme a categoria profissional. Em São Paulo, o piso é de R$ 1.804, enquanto o Paraná adota faixas que vão de R$ 1.984,16 a R$ 2.275,36. No Rio de Janeiro, os valores variam de R$ 1.621 até R$ 3.158,96. Já em Santa Catarina, as faixas salariais estão entre R$ 1.730,00 e R$ 1.978,00.
Esses valores refletem as diferenças econômicas e de custo de vida entre os estados, permitindo que o piso salarial atenda às necessidades específicas de cada região. A existência de pisos regionais é uma estratégia para garantir que os trabalhadores tenham um salário mais adequado às condições locais, protegendo aqueles que não têm piso definido por acordos coletivos.
Fonte: https://tvfoco.uai.com.br









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