Pesquisa destaca compostos neuroprotetores do açaí
Um estudo inovador da Universidade Federal do Pará (UFPA) revelou que compostos bioativos presentes no açaí têm potencial neuroprotetor, ajudando a prevenir a ansiedade e a depressão. Divulgada na revista científica Food Research International em janeiro deste ano, a pesquisa foi liderada pela doutoranda Taiana Simas no Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), com orientação da neurocientista Cristiane Maia e colaboração do pesquisador Hervé Rogez.
Os resultados do estudo indicam que o consumo de açaí, especialmente se iniciado na infância ou adolescência, pode proteger áreas cerebrais associadas ao controle emocional e ao estresse. Testes comportamentais e bioquímicos realizados em ratos adolescentes mostraram que aqueles que ingeriram suco clarificado de açaí apresentaram níveis reduzidos de ansiedade e sinais de depressão, em comparação com os que não consumiram a fruta.
Efeitos Neuroprotetores do Açaí
Os testes destacaram que a ação antioxidante e anti-inflamatória dos compostos no açaí desempenha um papel crucial no efeito neuroprotetor observado. Ratos que receberam uma dose equivalente ao consumo diário de meio litro de suco de açaí demonstraram maior motivação e melhor desempenho em situações adversas.
Embora os resultados sejam promissores, a pesquisa ainda está em fase pré-clínica. Os cientistas enfatizam a necessidade de estudos adicionais em humanos para confirmar a eficácia e segurança do uso terapêutico do açaí.
Resultados promissores em testes com ratos adolescentes
Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) realizaram um estudo inovador que sugere que o açaí pode ter um papel significativo na prevenção de transtornos como ansiedade e depressão. Publicada na revista 'Food Research International' em janeiro, a pesquisa foi liderada por Taiana Simas sob a supervisão da neurocientista Cristiane Maia, com a colaboração de Hervé Rogez.
Os testes, conduzidos no Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), indicaram que o consumo de suco clarificado de açaí por ratos adolescentes resultou em menor ansiedade e sintomas depressivos. Os animais que ingeriram o equivalente a meio litro diário da fruta mostraram uma considerável melhora em situações de estresse e controle emocional.
Evidências dos Testes Comportamentais
Os resultados do estudo revelaram que os ratos que consumiram açaí exibiram uma diminuição no tempo de imobilidade, um indicador de melhora no comportamento motivacional. Este efeito é associado a propriedades antidepressivas, conforme destacado no artigo.
Além disso, o início do consumo do açaí na infância ou adolescência parece fortalecer a proteção de áreas do cérebro envolvidas na regulação de estresse, segundo os pesquisadores. Esses achados sugerem um potencial neuroprotetor associado aos compostos antioxidantes e anti-inflamatórios do açaí, embora o estudo ainda se encontre em fase pré-clínica.
Consumo na infância pode melhorar controle emocional
Um estudo realizado pela Universidade Federal do Pará (UFPA) revela que o consumo de açaí durante a infância pode ter um papel significativo na melhoria do controle emocional. Publicado na revista científica Food Research International em janeiro, a pesquisa destaca os benefícios neuroprotetores dos compostos bioativos encontrados na fruta.
Sob a liderança da doutoranda Taiana Simas, no Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), com orientação da neurocientista Cristiane Maia e colaboração do pesquisador Hervé Rogez, o estudo aponta que o consumo precoce do açaí pode proteger áreas cerebrais relacionadas ao estresse, contribuindo para a prevenção de ansiedade e depressão.
Benefícios Neuroprotetores do Açaí
A pesquisa utilizou testes comportamentais e bioquímicos para analisar os efeitos do açaí em ratos adolescentes. Os resultados mostraram que aqueles que consumiram suco clarificado da fruta apresentaram menor ansiedade e sinais reduzidos de depressão. Esse efeito é atribuído à ação antioxidante e anti-inflamatória dos compostos bioativos do açaí.
Os ratos que receberam doses nutricionais de açaí também demonstraram melhor desempenho em situações adversas e maior motivação, indicando um efeito antidepressivo. A redução no tempo de imobilidade durante os testes sugere uma melhora no comportamento motivacional dos animais.
Possibilidades para o Futuro
Embora os resultados sejam promissores, o estudo ainda está em fase pré-clínica. Isso significa que mais pesquisas são necessárias antes de se considerar o uso terapêutico do açaí em humanos. No entanto, as descobertas abrem caminho para futuros estudos clínicos que possam confirmar a eficácia e segurança desse tratamento natural.
O contexto global de saúde mental, com a ansiedade afetando cerca de 1 bilhão de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aumenta a importância dessas descobertas. O Brasil, em particular, é destacado como o país com a maior população ansiosa do mundo, ressaltando a necessidade de novas abordagens para a prevenção e tratamento de transtornos emocionais.
Ansiedade afeta 1 bilhão de pessoas globalmente
A ansiedade é uma condição que afeta aproximadamente 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Este transtorno mental tem um impacto significativo na qualidade de vida dos indivíduos, interferindo em diversas esferas do cotidiano, desde o desempenho profissional até as relações pessoais.
No Brasil, a situação é ainda mais alarmante. O país lidera o ranking global de ansiedade, o que aumenta a urgência por soluções eficazes e acessíveis para o tratamento e prevenção desse transtorno. Nesse contexto, pesquisas como a da UFPA, que investigam o potencial do açaí na prevenção da ansiedade e depressão, ganham importância ao oferecer novas perspectivas para a saúde mental.
Fonte: https://www.oliberal.com









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