Marina Kokhal, de 41 anos, foi considerada culpada pelo assassinato e esquartejamento de seu marido, o rapper ucraniano Andy Cartwright (cujo nome real era Alexander Yushko). O julgamento ocorreu em São Petersburgo, na Rússia.
Segundo relatos da imprensa internacional, como The Sun, The Mirror, Daily Star e Pravda, Marina desmaiou ao ouvir a sentença e precisou de atendimento médico. Ela foi condenada a 12 anos e meio de prisão por homicídio e profanação de cadáver.
Apesar de nunca ter admitido o assassinato, Marina Kokhal confessou ter esquartejado o corpo de Cartwright em 2020. Ela alegou que usou uma faca e uma serra para se livrar do corpo e esconder o vício do rapper em drogas, afirmando que a verdadeira causa da morte foi uma overdose.
Detalhes Macabros
Partes do corpo do rapper foram encontradas armazenadas em diversos locais: geladeira, máquina de lavar e sacos de lixo. Os dedos foram descartados em uma área externa, na tentativa de eliminar as digitais da vítima, atraindo ratos.
Investigação e Contradições
Quatro perícias forenses independentes não conseguiram identificar Marina como autora do crime. No entanto, a ausência de uma conclusão definitiva não impediu sua condenação.
Uma avaliação especializada indicou que o esquartejamento ocorreu enquanto Cartwright ainda estava vivo, “de alguns minutos a dezenas de minutos antes da morte”. Surpreendentemente, não foram encontradas marcas de sangue no apartamento do casal nem nas ferramentas utilizadas, que haviam sido lavadas com vinagre.
Motivação e Acusações
A investigação apontou que o crime foi motivado por uma traição de Cartwright com uma fã. Marina teria descoberto o caso e utilizado um medicamento de difícil detecção, usado por diabéticos, para envenená-lo.
A ré também acusou os policiais que investigaram o caso de espalhar boatos de que ela teria bebido o sangue do marido e mantido relações sexuais com o corpo.









Deixe o Seu Comentário